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2º CPP Debate

Mário Mesquita fará uma apresentação sobre a política monetária do governo brasileiro no período recente.

Data:

18 de agosto de 2010 (quarta-feira)

Horário:

18h10

Local:

Sala Walther Moreira Salles – 1º andar

Alunos da Graduação: este evento valerá 4 créditos
de Atividade Complementar.

Alunos que não estiverem inscritos não receberão créditos.

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Contamos com sua participação

*É de conhecimento do participante que eventuais filmagens e/ou fotografias realizadas no evento poderão ser utilizadas em qualquer meio de mídia para uso institucional.

Naércio Menezes Filho

A taxa de desemprego vem declinando substancialmente no Brasil. No entanto, o desemprego ainda difere muito entre os grupos demográficos e as regiões do país. Da mesma forma que existe desigualdade de renda, existe desigualdade de desemprego. Para desenharmos políticas públicas específicas para os grupos mais afetados pelo desemprego, é importante entendermos a dinâmica do mercado de trabalho. Em particular, é necessário entender como a evolução da taxa de desemprego ao longo do ciclo econômico é afetada pela dinâmica das taxas de contratações e demissões e como isso varia entre os diferentes grupos demográficos.

O primeiro aspecto a ser ressaltado é que o comportamento da taxa de desemprego no Brasil é muito mais influenciado pela dinâmica de novas contratações do que pelas demissões. A figura abaixo, baseada em um artigo recente*, mostra a relação entre a taxa de desemprego e a taxa de admissões nas regiões metropolitanas brasileiras nos últimos sete anos. Depois de um aumento pronunciado entre 2002 e 2003, a taxa de desemprego vem caindo significativamente, passando de 13% em 2003 para 8% em 2009. Por outro lado, a taxa de contratações teve um comportamento oposto, declinando de 22% para 16% entre 2002 e 2003 e aumentando muito a partir de então, até atingir 26% no período recente. A taxa de separações, por outro lado, variou muito pouco no ciclo recente, permanecendo ao redor de 2% a 3% em todo o período.  

 Isso significa que, no caso brasileiro, as demissões são pouco importantes para explicar o comportamento do desemprego ao longo do ciclo econômico. Isto ocorre em países com mercado de trabalho bastante regulamentado, como na França, por exemplo. Em períodos de recessão as empresas param de contratar e em períodos de crescimento acelerado, elas contratam muito mais. Vale lembrar que a taxa de admissões está intimamente relacionada com a duração do desemprego. Quando as contratações escasseiam, obviamente, os desempregados demoram mais para encontrar um novo emprego. E o tempo de desemprego tem efeitos graves sobre o bem-estar das pessoas.

Mas, a dinâmica do mercado de trabalho varia muito de acordo com o grupo demográfico e a região do país. A taxa de desemprego média entre os mais jovens (10 a 24 anos) nos últimos anos foi de 22%, quase três vezes maior do que entre os adultos (25 a 44) e cinco vezes maior do que entre os mais velhos (acima de 44). Entretanto, surpreendentemente, não há diferenças nas taxas de contratação dos diversos grupos etários. A explicação para as altas taxas de desemprego entre os mais jovens está na sua taxa de desligamento, mais de três vezes superior à dos adultos. Assim, o problema do desemprego entre os mais jovens não é a dificuldade de encontrar emprego, mas sim de mantê-lo. É por isso que políticas para ajudar o jovem a encontrar o primeiro emprego tendem a ter impacto reduzido.

Em termos educacionais, a taxa de desemprego é maior para o grupo com ensino fundamental ou médio completo. Isso ocorre porque sua taxa de admissão é menor do que a dos menos educados, enquanto sua taxa de desligamento é maior do que a dos mais educado (aqueles com nível superior). Os menos educados ficam pouco tempo desempregados, pois encontram um novo emprego facilmente, mas duram pouco no emprego (caso dos trabalhadores da construção civil, por exemplo). Já os trabalhadores mais educados, por terem um salário de reserva maior, ficam mais tempo procurando o emprego certo, mas quando o encontram dificilmente se separam.

Com relação às regiões metropolitanas, a maior taxa de desemprego hoje em dia está em Salvador, quase duas vezes maior do que a de Porto Alegre, que tem a menor taxa entre as regiões metropolitanas. Por outro lado, a duração do desemprego é mais elevada no Rio de Janeiro, porque a taxa de novas contratações é muito baixa. Mas o carioca, quando arruma emprego, dificilmente o perde. Já em Belo Horizonte ocorre o contrário: altas taxas de contratação e demissão, ou seja, rotatividade muito elevada. Em suma, para lidar com o desemprego de longo prazo, as políticas públicas tem que levar em conta que cada grupo demográfico e região do país enfrenta um problema diferente.

*”Probabilidades de admissão e desligamento no mercado de trabalho brasileiro”, por Naercio Menezes Filho e Douglas Nunes, 2009.

 

O panorama da saúde no Brasil ainda é pouco discutido e não se tem clareza sobre a eficiência das políticas públicas em vigor. Assim, torna-se necessário discutir as informações fornecidas pelas pesquisas estatísticas realizadas. O fato mais marcante, obtido através dos dados do suplemento de saúde das PNADs (Pesquisas Nacionais por Amostras de Domicílios) do IBGE, é que o Brasil passa por um período de estabilidade, sem grandes alterações nas questões analisadas no período de 1998 a 2008, como pode ser visto nos gráficos abaixo.

 

 

Analisando os gráficos é possível perceber que o atendimento na rede pública é predominante na faixa da população com menos anos de estudo. Em comparação com a pesquisa realizada em 1998, os valores de 2008 apresentam pequenas oscilações, como nas demais questões da pesquisa. Pode-se notar que houve um pequeno aumento da participação da rede pública, em detrimento da privada, nos atendimentos médicos à população. Nota-se que anos de educação é um dado relevante na análise, pois quanto maior o nível de educação, maior a preferência pelo atendimento na rede particular. Não é muito claro o motivo dessa alteração, pois os demais quesitos, como a relação entre rede de atendimento e renda, não tiveram mudanças significativas, que poderiam sinalizar mais claramente alguma deficiência específica.

Com as informações à disposição, ainda não é possível avaliar a qualidade dos serviços de saúde no Brasil, mas é possível estabelecer padrões de comportamentos dos indivíduos. Também não é possível até agora situar o Brasil no panorama mundial, pois não é claro se o nível de atendimento é satisfatório quando comparado a outros países. Todos esses fatores mostram a necessidade de uma discussão mais profunda, com análises mais específicas, que revelem realmente a situação da saúde no Brasil.

O gráfico a seguir mostra a participação média dos rendimentos provenientes do trabalho nos rendimentos totais das famílias brasileiras. Os dados evidenciam uma diminuição relativa dos salários, os quais passaram de 84% dos rendimentos em 1992 para 75% dos rendimentos totais no ano de 2008. Essa queda pode ser explicada por uma série de fatores, dentre os quais: o aumento do número de pessoas recebendo rendimentos de aposentadoria, o aumento do número de pessoas com acesso a aplicações bancárias, ou pelo aumento das transferências do governo por meio de políticas de transferência direta de renda.

Mas como essa redução na participação dos rendimentos do trabalho está distribuída entre as parcelas mais rica e mais pobre da população? O segundo gráfico nos mostra que, a partir de 1998, houve uma queda paulatina na participação dos rendimentos do trabalho sobre os rendimentos totais para os 10% mais pobres, fato que não foi observado para a parcela mais rica da população, que, apesar de mostrar uma leve queda no período 1998/2001, mostrou certa estabilidade no período 2002/2008. Enquanto a participação dos salários na renda total variou 26% para os mais pobres, de 1992 até 2008, essa variação foi de apenas 4% para os mais ricos, no mesmo período.

Outro fato interessante que pode ser notado é a inversão de sinal no diferencial entre a participação dos salários para os 10% mais pobres e para os 10% mais ricos. Na ausência de políticas de transferência de renda, é esperado que a participação dos rendimentos do trabalho seja maior para a população mais pobre, a qual possui acesso mais restrito a outras fontes de rendimento, como aluguéis ou mercado financeiro. Essa inversão aconteceu a partir de 2002, com a participação dos salários na renda total passando a ser menor para os 10% mais pobres frente aos 10% mais ricos. Uma explicação bastante plausível para isso são os programas de transferência direta de renda, implementados pelo governo FHC a partir de 1996 e reunidos e intensificados através do Programa Bolsa Família pelo governo Lula a partir de 2003.

Porém, o aumento das transferências diretas de renda pode diminuir o quociente entre os rendimentos provenientes do trabalho e os rendimentos totais de duas maneiras. A primeira delas é óbvia: o aumento de rendimentos não provenientes do trabalho para as famílias mais pobres. Vale lembrar que essas famílias possuem rendas extremamente baixas e, por isso, as transferências representam uma parcela significativa de seus rendimentos totais. A segunda maneira é fruto de um efeito adverso dessas políticas. Os programas de transferência direta de renda podem gerar incentivos para que os membros adultos das famílias beneficiadas deixem de trabalhar, uma vez que eles passam a ter uma renda mínima que pode funcionar como um salário de reserva, fazendo com que esses membros passem a não aceitar salários que antes não seriam negados. Isso se refletiria na queda dos rendimentos familiares provenientes do trabalho.

Pelo que se nota nos gráficos a seguir, fixando-se o ano de 1992 igual a um, a evolução da renda familiar média proveniente do trabalho não diferiu de forma significativa para os 10% mais pobres e para os 10% mais ricos. Assim, a queda relativa dos rendimentos do trabalho, muito mais acentuada para os 10% mais pobres, parece não ser bem explicada pela variação da renda familiar média proveniente do trabalho. Além disso, no período 2004/2008, há uma tendência maior de crescimentos dos rendimentos provenientes do trabalho para as famílias mais pobres.

Fazendo-se o mesmo para a renda proveniente de outras fontes, nota-se que, enquanto para os 10% mais ricos a renda proveniente de outras fontes aumentou apenas duas vezes em termos reais, para os 10% mais pobres essa renda aumentou quase 15 vezes com relação aos valores observados em 1992.

Dessa maneira, a queda relativa dos rendimentos provenientes do trabalho aparentemente é conseqüência do aumento das políticas de transferência de renda que causam um efeito bastante significativo na composição dos rendimentos das famílias mais pobres. E o efeito mais efetivo é o aumento dos rendimentos não provenientes do trabalho, não parecendo, em uma primeira análise,  haver queda  nos rendimentos provenientes do trabalho.

 

Naercio Menezes Filho

 O Brasil sempre esteve muito atrasado em termos educacionais, mesmo em relação a países com menor nível de desenvolvimento. Mas, está na moda hoje em dia falar do apagão de mão de obra qualificada que estaria acontecendo no Brasil. Segundo essa tese, a demanda por trabalhadores qualificados estaria crescendo a uma taxa superior à sua oferta, o que estaria restringindo o crescimento econômico brasileiro e aumentando o salário dos trabalhadores mais qualificados. Será que essa tese tem apoio nos dados?

 Uma das únicas teorias universalmente aceitas na economia é a lei da oferta e da procura, que diz que sempre que há excesso de demanda por um produto, seu preço relativo deve subir. Isto também acontece com a educação. O preço relativo da educação é dado pelo diferencial de salário que as pessoas mais educadas recebem no mercado de trabalho. Assim, se a demanda por um grupo educacional estiver crescendo a um ritmo superior à sua oferta, o diferencial de salário dos trabalhadores desse grupo, com relação ao nível imediatamente abaixo, também deve estar crescer. Utilizando este critério, será que existe excesso de demanda por trabalhadores de algum extrato educacional no Brasil?

 Para responder esta questão, a figura ao lado mostra a evolução dos diferenciais de salário por educação no Brasil nos últimos 16 anos. Ela mostra que, em 1992, as pessoas que completavam o ensino médio ganhavam em média 80% a mais do que as que terminavam somente o primeiro ciclo do ensino fundamental. Hoje em dia elas recebem 60% mais. Isto aconteceu porque, em 1992, para cada duas pessoas que abandonavam os estudos na 4ª-série, uma concluía o ensino médio. Hoje em dia a situação é praticamente oposta. Ou seja, o crescimento da oferta relativa de trabalhadores com ensino médio diminuiu o seu diferencial de salários. A oferta cresceu mais rápido do que a demanda.

 Com relação ao ensino superior, o seu diferencial de salários com relação aos concluintes do ensino médio era de 120% em 1992, aumentou para 160% em 2002 e declinou nos últimos 6 anos, até atingir 150% em 2008. Isto aconteceu porque a razão entre concluintes do ensino médio e do superior cresceu de 2,6 para 3,4 entre 1992 e 2002, mas declinou para 3,2 em 2008. Ou seja, devido ao alto retorno do ensino superior, mais jovens entraram na faculdade, o que diminuiu o diferencial de salários. A oferta cresceu mais rápido do que a demanda.

 E quanto aos pós-graduados? Este é um grupo muito pouco estudado no mercado de trabalho brasileiro. As pesquisas domiciliares do IBGE nos permitem investigar o perfil dos trabalhadores que concluem os programas de mestrado e doutorado no Brasil. Seu número aumentou de 161 mil em 1992 para 586 mil em 2008, cerca de 260%. Segundo a CAPES, o Brasil está formando hoje em dia quase 40 mil mestres e 10 mil doutores por ano, um crescimento significativo com relação ao passado recente. Ainda assim, hoje há cerca de 17 graduados para cada pós-graduado no Brasil. Por isto, o diferencial salarial entre mestres/doutores e formados no ensino superior, que era de 40% em 1992, passou para 70% em 2008. É o único diferencial de salários que ainda está crescendo. Ou seja, se houver algum apagão de mão de obra qualificada no Brasil, é de mão de obra pós-graduada.

 É importante ressaltar dois pontos com relação a esse argumento. Em primeiro lugar, o fato da escassez de trabalhadores qualificados não ter aumentado no agregado, não significa que eles não possam estar faltando em alguns setores específicos. Por exemplo, devido ao boom da construção civil nos últimos anos, é bem possível que haja falta de engenheiros no mercado. Isto significa que deve estar sobrando pessoas formadas em alguma outra profissão (economistas, por exemplo). Além disto, educação continua sendo um fator essencial para o crescimento econômico. Estudar mais não causa problemas. As pessoas que ficam mais tempo na escola aumentam sua produtividade e a do país como um todo, além de viverem mais, votarem melhor, e serem mais preocupadas com o meio ambiente. Mas, não é verdade que o problema educacional esteja ficando mais grave no Brasil.

 

 

 

Fonte: PNADs- IBGE

A questão do meio ambiente é crucial para o nosso futuro e deve ser amplamente debatida antes das próximas eleições. Neste seminário será apresentado e discutido um estudo realizado por economistas de Harvard e do MIT sobre políticas de taxação ótimas para alcançarmos o crescimento sustentável no longo prazo. Em seguida, uma mesa redonda com especialistas discutirá alternativas para a questão ambiental nos próximos anos.

Data: 09/06/2010
Horário: 8h30 às 12h30
Local: Auditório Steffi e Max Perlman Rua Uberabinha, s/nº – Vila Olímpia
Entre R. Quatá, altura nº 300 e Av. Hélio Pellegrino
Veja o mapa da região

Programação:

8h30 – Welcome Coffee
09h00 – Abertura:
Claudio Haddad (Insper)
09h10 – Palestra:
Leonardo Bursztyn (Harvard University)
10h00 – Comentários:
Samuel Pessôa (IBRE-FGV)
10h30 – Coffee Break
11h00 – Mesa Redonda:
Danilo Igliori (USP), Ronaldo Seroa da Motta (IPEA), Naercio Menezes Filho (CPP – Insper), Leonardo Bursztyn (Harvard University), Samuel Pessôa (IBRE-FGV- RJ)
12h30 – Encerramento

 

 

 

 

 

 

 (*É de conhecimento do participante que eventuais filmagens e/ou fotografias realizadas no evento poderão ser utilizadas em qualquer meio de mídia para uso institucional do Insper).

O Insper Cultura, o CPP e a Fundação Estudar realizarão entre os meses de abril e maio uma série de workshops sobre “Educação Política”. O objetivo da programação é trazer para o ambiente universitário informação qualificada sobre os sistemas político e eleitoral brasileiros a fim de incentivar o debate neste ano de eleições.

No terceiro e último encontro da série, parlamentares de diferentes partidos discutem as políticas públicas necessárias para alavancar o crescimento do país na próxima década.

Data. 10/05 (segunda-feira)
Hora. 9h às 12h30
Local. Auditório Steffi e Max Perlman – Campus Insper
Veja o mapa da região
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Na primeira parte, Cristiana Lobo, da Globonews, media a conversa com Bruno Araújo (deputado federal do PSDB/ PE) e Chico Alencar (deputado federal do PSOL/RJ). Na segunda, é a vez de Merval Pereira, da CBN, conversar com Beto Albuquerque (deputado federal do PSB/RS) e um representante do PT. A ideia é trazer ao debate os projetos que as principais correntes políticas pensam para o país nos próximos anos e apresentar aos jovens as oportunidades que a carreira política apresenta para aqueles que querem gerar impacto positivo no país.
3º Painel - Quais são os projetos essenciais para o país nos próximos anos? Como a juventude pode contribuir? Com a entrada de novos atores no cenário político, o que podemos esperar de mudanças na forma de governar o Brasil?
Programação:08h30 as 09h – Recepção
09h as 09h10 – Abertura
09h10 as 09h40 – 1º debate com:
Bruno Araújo Deputado Federal Bruno Araújo
(PSDB/ PE)
Chico Alencar Deputado Federal Chico Alencar
(PSOL/ RJ)
Cristiana Lobo Mediadora: Cristiana Lobo
(jornalista GloboNews)
10h40 as 11h – Coffee Break11h as 12h30 – 2º debate com:
Beto Albuquerque Deputado Federal Beto Albuquerque
(PSB/ RS)1 representante do PT
Merval Pereira Mediador: Merval Pereira
(jornalista CBN)

Evento gratuito. Vagas limitadas.

(*É de conhecimento do participante que eventuais filmagens e/ou fotografias realizadas no evento poderão ser utilizadas em qualquer meio de mídia para uso institucional do Insper).

Realização: Apoio:
 
Fundação Estudar  Insper Cultura                               Centro de Políticas Públicas

O Insper Cultura, o CPP e a Fundação Estudar realizarão entre os meses de abril e maio uma série de workshops sobre “Educação Política”. O objetivo da programação é trazer para o ambiente universitário informação qualificada sobre os sistemas político e eleitoral brasileiros neste ano de eleições a fim de incentivar o debate.

Data

29/04 (quinta-feira)

Hora

18h00 às 19h15

Local

Sala Olavo Setubal – 1º andar – Campus Insper
Veja o mapa da região

2 º Painel  – Sistema Eleitoral Brasileiro: Como se organizam as eleições? Quais são as vantagens e desvantagens em relação aos sistemas de outros países?

Saiba o que está por trás das eleições: organização dos partidos, financiamento de campanha, legislação eleitoral. Entenda o que dizem as pesquisas eleitorais. O que temos que aprender com os modelos de outros países e o que também temos a ensinar?

29/04 (quinta-feira) – 18h-19h15 – Sala Olavo Setubal – 1º andar

 

Palestrantes

 

Fernando Abrucio
Cientista Político e Professor da FGV
Mediador: Daniel Bramatti – Jornalista do Estado de S. Paulo

 

 (*É de conhecimento do participante que eventuais filmagens e/ou fotografias realizadas no evento poderão ser utilizadas em qualquer meio de mídia para uso institucional do Insper).

Realização: Apoio:
 
Fundação Estudar      Insper Cultura                                      Centro de Políticas Públicas

 

 

O Insper Cultura, o CPP e a Fundação Estudar realizarão entre os meses de abril e maio uma série de workshops sobre “Educação Política”. O objetivo da programação é trazer para o ambiente universitário informação qualificada sobre os sistemas político e eleitoral brasileiros neste ano de eleições a fim de incentivar o debate.

A série é composta por três encontros, que contarão com a presença de cientistas e economistas políticos, com a mediação de jornalistas da área. Na última sessão, parlamentares representantes de diferentes partidos irão discutir quais são as políticas necessárias para desenvolver o país nos próximos anos. Veja abaixo o cronograma da série:

1 º Painel -Sistema Político Brasileiro: Estrutura e funcionamento
Data 22 de abril de 2010
Hora 18h00 às 20h00
Local Sala José Ermírio
de Moraes Filho
Campus Insper
Veja o mapa da região

1 º Painel – Sistema Político Brasileiro: Estrutura e funcionamento

Apresentação das instituições políticas brasileiras e suas relações no atual modelo democrático. Debate sobre as falhas intrínsecas desse sistema, que elevam a burocracia e facilitam a corrupção, e as necessidades e viabilidade de uma reforma política no Brasil.

Palestrantes
Argelina Cheiubub Argelina Cheiubub
Cientista Política e Professora do IUPERJ
Carlos Melo Carlos Alberto De Melo
Cientista Político e Professor do Insper

Agenda

2 º Painel  – Sistema Eleitoral Brasileiro: Como se organizam as eleições? Quais são as vantagens e desvantagens em relação aos sistemas de outros países?

Saiba o que está por trás das eleições: organização dos partidos, financiamento de campanha, legislação eleitoral. Entenda o que dizem as pesquisas eleitorais. O que temos que aprender com os modelos de outros países e o que também temos a ensinar?

29/04 (quinta-feira) – 18h-19h15 – Sala Olavo Setubal – 1º andar

3 º Painel – A Nova Geração: Políticas públicas e as necessidades do país na visão da nova geração de parlamentares brasileiros

Quais são os projetos essenciais para o país nos próximos anos? Como a juventude pode contribuir? Com a entrada de novos atores no cenário político, o que podemos esperar de mudanças na forma de governar o Brasil?

10/05 (segunda-feira) – 9h-12h30 – Auditório Steffi e Max Perlman

PRIMEIRA PARTE

1 representante do PT
1 representante do PSDB

Mediador: Cristiana Lobo (Globo News)

SEGUNDA PARTE

1 representante do DEM
1 representante do PC do B

Mediador: Merval Pereira (O Globo/ Globo News/ CBN)

(*É de conhecimento do participante que eventuais filmagens e/ou fotografias realizadas no evento poderão ser utilizadas em qualquer meio de mídia para uso institucional do Insper).

Realização: Apoio:
 
Fundação Estudar             Insper Cultura                                       Centro de Políticas Públicas

Caro(a) pesquisador(a):

O Centro de Políticas Públicas (CPP) do Insper apresenta o edital do concurso que tem por objetivo apoiar projetos que visem analisar os determinantes da vitimização na cidade de São Paulo, a partir de bases de dados coletados pelo Centro de Políticas Públicas para os anos de 2003 e 2008.

As propostas devem ser enviadas por e-mail e por correio até dia 31 de maio de 2010.

Para saber mais detalhes sobre o concurso “Os Determinantes da Vitimização em São Paulo ao longo do tempo”, acesse o edital no site do CPP: www.insper.edu.br/cpp

Atenciosamente,

Centro de Políticas Públicas – Insper

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